
A Universidade Estadual de Roraima (UERR) consolidou sua participação estratégica no avanço da agropecuária de baixa emissão de carbono ao integrar o Grupo Gestor Estadual (GGE-ABC+RR) responsável pela aprovação e revisão do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (Plano ABC+ Roraima 2020-2030). O documento, que estabelece diretrizes para um novo ciclo de desenvolvimento sustentável no estado, foca na redução de Gases de Efeito Estufa (GEE) e no fortalecimento da resiliência dos sistemas produtivos locais. Como parte da governança multissetorial, a UERR atua ao lado de instituições como a SEADI, EMBRAPA e IATER para garantir que as metas de tecnologias como a recuperação de pastagens degradadas, o sistema de plantio direto e a integração lavoura-pecuária-floresta sejam atingidas.
O Pró-Reitor de Extensão e Cultura da UERR, Professor Robson Oliveira de Souza, que atuou como revisor técnico do grupo gestor, ressalta a relevância da instituição neste processo: “A UERR, tem sua importância, na aprovação do plano, pois tem demandas de cunho acadêmico, na qual a nossa participação é fundamental para que as metas do plano sejam compridas. A UERR colabora colabora com os eixos estratégicos do plano de forma que o Plano ABC +RR, se consolide como um modelo de desenvolvimento sustentável econômico, social e ambiental, como modelo de desenvolvimento de crescimento econômico, com preservação ambiental, bem como a inclusão produtiva, posicionando Roraima, como protagonista na economia verde, através de certificação dos produtos agropecuários, como também, os produtos de origem florestais”.
Além da atuação na gestão, a universidade possui papel fundamental na formação de base técnica e científica, uma vez que o plano prevê parcerias para incluir temas de agricultura de baixo carbono nos currículos de ensino agrícola e fomentar a pesquisa aplicada. Essa integração entre academia e setor produtivo é essencial para que Roraima alcance metas ambiciosas até 2030, como a recuperação de 30.000 hectares de pastagens e o estabelecimento de 35.000 hectares de florestas plantadas, unindo produtividade à responsabilidade ambiental.







